quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Diante do Rei, do Pai.


Apocalipse 5


1 E vi na destra do que estava assentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos.
2 E vi um anjo forte, bradando com grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de desatar os seus selos?
3 E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele.
4 E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele.
5 E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos.
6 E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete pontas e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra.
7 E veio, e tomou o livro da destra do que estava assentado no trono.
O filho entrou na casa do Pai, depois de uma longa jornada, ali ele olha cada comodo, a beleza do lugar, o altar, a mesa do banquete, o jardim, os servos o cumprimentando pelo caminho, Ele é chamado diante do Rei do Pai, seu Pai, Meu filho sempre te amei, sabes que esperei ansiosamente a tua volta, quero que entenda! Meu Pai, sabes dos caminhos que andei, os lugares que fui, eu preciso voltar, lá onde andei, muitos irmãos meus por parte de Ti sofrem e muitos não tem forças para sair, eu reconheci e reconheço meu erro e por isso estou aqui, voltar ao primeiro amor em Ti, na chaga da tua dor, ela vai doer mais em mim do que neles, em Ti sei que será uma dor eterna. Meu filho, sabes que a volta é dolorosa, muitos não te aceitarão, dirão que és louco, não te reconheceram, baterão, muita dor, vejo na tua vida no teu coração, e ao final tu morrerás. acolhe minhas lagrimas, minha dor, se queres assim, concedo minha benção meu amor de pai. Quem és tu? acaso es melhor que eu, por que queres me tirar daqui, sempre vivi na rua, não confio mais em ninguém, eu tinha uma família, mas ela me abandonou, eu bebia muito, fiz muita besteira, mas no final não tinha nem casa para morar. Estou na rua por não ter condição de para uma casa, meus filhos sabem que estou na rua, mas não estão nem ai, queria voltar, mas não tenho para onde ir, se eu for com você para onde nós iremos?
Tenho um filho e uma,filha eles vivem bem, estão melhor sem mim, vou só atrapalhar a vida deles.
Quando eu penso na minha casa eu me lembro dos meus irmãos, da cama com lençóis macio, uma comida boa, sem preocupação alguma, os lugares que íamos, as pessoas que conhecemos, tudo era bom, queria silencio, subir mais alto, caminhar ali adiante, ir em outras comunidades, viver mais fraternidade e meus filhos não queriam. Então fui embora...



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... e a semente caiu em terra boa...

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